Cozinha Verde e Rosa !!!!!


Esta cozinha, é baseada com uma perfeição deslumbrante, no estilo rural inglês. Uma das paredes é coberta com azulejos verde esmeralda artesanais, e os armários são em um tom de cinza azulado com puxadores de cobre. Algumas das portas são de vidro para exibição dos pratos e louças, e a prateleira rente ao chão serve para armazenar a lenha, muito típico das casas de campo. A ilha da cozinha também é azul com uma bancada de mármore branco e várias prateleiras de armazenamento.

A parede da lareira é rosa, uma plataforma de cimento emoldurada com trabalho de ferro, e um retrato antigo dão um ar de requinte a esta cozinha, o lustre maravilhoso de cristal ajuda a manter o clima de outras épocas. A terceira parede é de um tom de cinza cremoso, há vários armários para guardar todos os itens necessários, um fogão e um suporte com panelas de cobre, que também se tornam parte da decoração.

O piso rústico e manchado e as plantas presentes, tornam a cozinha mais aconchegante e mais convidativa. Caixas para armazenamento e um banquinho de madeira simples nos lembram que este é um espaço rústico.

Que vontade de ter essa cozinha na minha casa. Tudo é perfeito, o matiz azul-acinzentado dos armários, os puxadores de latão, o letreiro “despensa” com letras pintadas á mão, os azulejos verde esmeralda, inspirados dos antigos metrôs, as paredes pintadas de rosa, as panelas de cobre penduradas. . . Posso continuar enaltecendo este espaço por muito tempo. Rosa e verde, vocês se arriscariam com essas cores?

Som de Neil Young – Harvest

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Quase Provence, Quase Toscana !!!!


Este tom de verde água das janelas de madeira, e algumas aberturas em forma de arco nos despistam. Estamos na Provence ou na Toscana? Esta casa tem um carácter mediterrânico, um ar de verão,  uma casa aberta para o jardim, com pisos de terracota e uma varanda com vigas onde as refeições acontecem. Mas não estamos nem na França e nem na Itália. Na verdade esta residencia fica na Espanha, mais precisamente em Sotogrande.

Anteriormente esta casa não era assim. “Era uma casa muito escura, com móveis pesados ​​e estilo tradicional da Andaluzia. Os proprietários, uma família inglesa, com quatro filhos, queria uma casa no Mediterrâneo, confortável e fresca. As paredes, o mobiliário, tapeçarias claras e carpintaria em tom de verde água mudou drasticamente a sua aparência “, diz Tom London designer de interiores, e responsável pela transformação.

Camilla, a proprietária, interveio apenas para atualizar e renovar o seu estilo. “A casa tem muitas janelas e eu queria dar-lhes mais caráter, adicionando mais um elemento de decoração”. Olhando para o jardim, ela teve a inspiração através das suas cores. “É muito exuberante com buganvílias, árvores e plantas nativas que vestem a casa e lhe dá privacidade.” Se somarmos detalhes como a lareira clássica, arandelas antigas, móveis em pátina, as tapeçarias de algodão de qualidade, e a banheira antiga, podemos notar um olhar de refinamento afrancesado ou italiano, como eu tanto gosto.

Ao pintar as janelas de verde água, a casa teve uma transformação instantânea. “Este tom se funde com o jardim e dá alegria á decoração em tons básicos”. Então Camilla espalhou por toda a casa itens em tom de morango, desde o lobby de entrada até a sala de estar, com lindas cadeiras de vime com vista para o jardim. O resto foi preenchido com mesas, toalhas e colchas floridas, tudo muito provençal.

Verde e tom de morango, neutralizam o tom torrado dos pisos de terracota e das vigas de madeira, que receberam tratamento para ficarem mais claras. A casa foi construída pelo arquiteto Wilco Meeuwis. Ele distribuiu bem as áreas com materiais de qualidade. O piso da varanda, com lajotas em ziguezague é muito agradável ao olhar. Então eu me concentrei em atualizar o estilo dos proprietários, e torná-lo ainda mais confortável, diz o designer.

Assim, quase todos os quartos têm vista para o exterior. A sala de jantar, sala de estar e até mesmo o banheiro principal, com sua elegante banheira, possuem vista para as buganvílias, palmeiras e oliveiras do jardim.  Camilla deu um ar romântico e sóbrio para os quartos no primeiro andar, com cabeceiras e mesas em pátina branca, espelhos delicados e colchas com estampas florais, que deixam esta casa ainda mais convidativa e charmosa.

 

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O Casaco Peacoat !!!!!!


 

O termo “peacoat” foi usado por quase 300 anos. Derivado da palavra holandesa “pije”, foi usado para descrever um casaco de tecido de lã grossa já no século XVI. Desde então, foi conhecido pelo seu lugar na Marinha. Eles foram originalmente projetados para marinheiros que subiam nos mastros de veleiros, como não eram acinturados e cobriam ligeiramente os quadris, eram bem fáceis para a movimentação necessária.

Além do ajuste, outra característica clássica do peacoat é a lapela de grandes dimensões. Não é só o fato de vestir o casaco, que é funcional. A lapela “conversível” foi projetada para proteger os marinheiros expostos aos ventos frios e fortes no mar, sem prejudicar a visão. Também pode ser fechado ou deixado aberto para regular o calor. A lã do peacoat é pesada, com uma trama apertada e durável, protegendo do frio, do vento e até mesmo de chuva. Uma necessidade em pleno mar. Acredita-se que tenha sido criado pelos ingleses, mas não há certeza. O Sr. Edgard Camplin fundou uma loja em 1850 em que vendeu uniformes à marinha britânica, particularmente na Índia, no início de 1888. Depois disso, o Sr. Camplin supostamente criou um casaco para o uniforme de oficiais da marinha, quase igual ao dos marinheiros. Ele projetou o Petty Coat, que também era conhecido como P. Coat, depois se popularizou para Peacoat por razões fonéticas.

O peacoat é um desses casacos que consegue ser clássico, mas não muito tradicional, de alfaiataria mas sem excessos, versátil, mas nunca monótono. Você pode usá-lo com qualquer coisa, desde um terno até jeans e uma camiseta sem que ele esconda a roupa ou se misture demais. Junto com a sua versatilidade vem seu conforto e movimentos fáceis, tornando-o o casaco perfeito para sobreposições, tanto em estilo casual, como mais arrumado. Se você está procurando por algum casaco quente, fácil de usar, e que vai complementar sua aparência, pode ser uma boa ideia dar uma chance ao peacoat. Eu tenho um de lã bem grossa e botões dourados que comprei em Nova Iorque há mais de 20 anos em um antigo brechó da marinha, dura até hoje e está praticamente novo.

Resumindo, o peacoat é um coringa no armário clássico e funcional masculino, que existe há mais de um século. A versão original, azul com botões de âncora é certamente a mais popular, mas hoje em dia você tem uma escolha de diferentes materiais e cores. Não importa se você é vintage ou mais moderno, um peacoat é ideal para quando você quer se agasalhar, mas acha o sobretudo muito formal e as jaquetas de nylon não são o seu estilo. A seguir algumas ideias de como usar este clássico masculino !!!!!

Som de Christina Aguilera – Candyman

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Estilo Sueco !!!


Um edifício, cuja história remonta ao ano de 1924, e teve a sua completa reforma terminada em 2010. Foi uma renovação completa, durante a qual seus criadores tentaram preservar a sua aparência original, nos mínimos detalhes. Graças a este trabalho maravilhoso originou-se este edifício de 15 apartamentos, representando o design de interiores clássico sueco.

Este apartamento no segundo andar recebe luz natural em quase todos os quartos. Seu tamanho e layout é ideal para famílias jovens. Uma grande cozinha com sala de jantar oferece o espaço perfeito para cozinhar e armazenamento de mercadorias, mas é também usado para a socialização da família. Graças à reconstrução da cozinha, agora ela é bem prática, com todos os aparelhos necessários, entre os quais se destaca a geladeira branca de design retrô.

Os móveis são de design clássico, pisos de madeira, lareiras de época e tudo em cores claras e luminosas, que são típicas de quem mora na Suécia. O apartamento, é pontuado por inúmeros detalhes retrôs além da geladeira, que merecem a nossa atenção nesta visita. Graças a eles, esta casa oferece a combinação perfeita de elementos de design clássico, com outros mais modernos não havendo nenhuma interferência entre eles.

Ambos os quartos, são decorados seguindo a mesma estética do restante da casa. O espaço de armazenamento e arrumação da cozinha fica em armários feitos sob medida, mas com um ar “antiguinho”. Uma parede de tijolos expostos foi adicionada a esta área, tornando tudo ainda mais charmoso e cheio de estilo.

Por outro lado, na sala de estar um dos elementos que mais nos chama a atenção é o papel de parede floral, que dá um toque de romantismo e casa com os móveis tradicionais e a linda lareira de época.

Um interior típico sueco, que ainda inspira muitos designers. Entre os vários pontos de referência, a simplicidade, linhas suaves e uso de materiais naturais.

Esta bela bela residência foi restaurada pouco usando materiais antigos, heranças e mobiliário restaurado, do século passado. A princípio, parece que tudo é muito antigo, mas olhando mais de perto, você percebe que aqui se encaixam itens de decoração perfeitamente modernos. Notem que os donos da casa decidiram deixar as portas antigas, em formato de folha, e foi uma ótima ideia!!! Como resultado, o interior não é apenas uma réplica bem feita, mas um lugar com história, caráter e uma atmosfera muito acolhedora. Me dá vontade de acender todas essas velas, enrolar-me no sofá e beber um café.

Som que eu adoro de Dom Mclean – Vincent


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Uma Casa de Pedra na Grécia!!!!!!


Em meio a uma vegetação exuberante à beira de Loutra, na Grécia, esta villa tradicional construída em pedra é tão cheia de caráter como a pitoresca cidade em si. Convenientemente localizada no centro da ilha, Loutra é uma das mais antigas aldeias de Tinos, conhecida pela sua serenidade e autêntica arquitetura das Cíclades. Situada numa paisagem intocada, tem apenas um punhado de residentes durante todo o ano cujo modo de vida mudou pouco ao longo dos séculos.

Situada num jardim exuberante, esta linda casa de 260 m2 é organizada em três níveis, e foi totalmente renovada. Foi encontrada em ruínas por um comerciante de arte grego de Atenas e amplamente restaurada com grande atenção a todos os detalhes.
O quarto principal com cama de casal embutida e banheiro é no piso térreo, juntamente com mais dois quartos (cada um com duas camas de solteiro), banheiros e uma lavanderia. No nível superior, há outro quarto com uma cama de solteiro e um banheiro. No nível inferior, existem dois sofás-cama e um terceiro banheiro.
O interior decorado com bom gosto mantém todo o caráter local tradicional, com detalhes autênticos, como as vigas de madeira originais no teto, pisos de pedra e móveis antigos. Além de uma cozinha totalmente equipada, há uma espaçosa sala de estar com lareira e uma sala de jantar adjacente com uma grande mesa de madeira e capacidade para seis pessoas.

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Belmond Andean Explorer !!!!!


Um “hotel em movimento” poderia ser o que melhor descreve o primeiro trem com suítes de luxo da América do Sul, o Belmond Andean Explorer no Peru, projetado por Inge Moore e Nathan Hitchins, empresa de design com sede em Londres. A sua jornada de lançamento inaugural em maio de 2017 deu as boas vindas aos passageiros convidados, com uma elegância e exclusividade também relacionadas romanticamente ás tradições culturais locais dos Andes Peruanos.

O designer, disse que a visão do escritório de arquitetura ” era projetar algum lugar para refletir e sonhar, um espaço onde a beleza da terra pode infundir a nossa alma “. A partir do momento em que qualquer um dos quarenta e oito passageiros pisa no interior dos dezesseis vagões lustrosos e azuis do trem, eles podem dizer sem duvida nenhuma que estão participando de uma experiência inesquecível.

A decoração é suave e arejada por todos o lados, com tons predominantemente neutros, como os painéis de madeira esbranquiçados, nas paredes, juntamente com persianas romanas de linho que enquadram as vistas deslumbrantes. Os artesanatos de origem local, como têxteis, obras de arte, em cores e padrões brilhantes pontuam a decoração sofisticada sob a forma de travesseiros, estofados ou os cobertores de alpaca, presentes nas camas, poltronas e sofás, assim como a arte regional, pendurada nas paredes.

Outros detalhes, muito especiais também contam com elementos peruanos, como as chaves das salas que foram forjadas em bronze para se assemelharem à Cruz Incan Chakana (também o símbolo oficial do trem). Sem mencionar que cada uma das cabines dentro dos quatro vagões dormitório, são nomeados pela flora e a fauna peruanas.

A viagem também oferece aos hóspedes experiências diferentes de qualquer outra coisa experimentada em outras acomodações luxuosas. Tomemos, por exemplo, o carro observatório “Ichu”. Deste lugar, os hóspedes podem se sentar nas poltronas circulares e se deliciar com as vistas revigorantes de 360 graus, enquanto o trem sobe quase 4.900 metros em direção ás nuvens. Qualquer hóspede em busca de um momento mais relaxante pode reservar um tratamento relaxante no Spa “Picaflor”, ou ficar no aconchegante Piano Bar “Maca” para uma bebida e uma melodia calma ao som do piano, ou vestir-se para desfrutar da excelente experiência dos dois elegantes vagões restaurante. Naturalmente, a boutique do trem é o lugar perfeito para comprar um presente, comemorando a rica arte peruana.

Malas prontas? Uma boa viagem a todos, ao som de Som de Gilbert O’sullivan – Nothing Rhymed ❤

 

 

 

Na Cidade de Londres!!!!!


Formando parte de um edifício de uma escola vitoriana de segundo grau, esta casa com volumes maravilhosos foi projetada pelo renomado arquiteto Tony Fretton.

A entrada é através de um arco fechado por um pátio de pedra, a casa está recuada da estrada em uma área isolada de Vauxhall City Farm, uma área rural dentro de Londres. A entrada é através de uma extensão coberta de vidro, que liga o espaço principal com um anexo para convidados, localizado em torno de um jardim e do pátio de pedra.

A sala de estar é um espaço maravilhoso, com teto de altura dupla e altas janelas originais. Uma grande janela interna nos mostra o nível do mezanino acima, que tem dois quartos e um banheiro. Logo atrás da lareira fica a cozinha, com janelas que dão vistas para o pátio da frente.

Um curto corredor abaixo do mezanino leva a um segundo espaço de altura dupla de proporções semelhantes e níveis excepcionais de luz natural. Uma porta envidraçada leva a um pátio verdejante comum, compartilhado pelos seis apartamentos deste pequeno prédio.

Originalmente construído como uma escola em 1861 para um projeto de John Loughborough Pearson, o prédio foi finalmente comprado por uma cooperativa e convertido em seis unidades. O edifício foi tombado após a sua transformação e obras de Tony Fretton em 1981. Fretton é bem conhecido por seu trabalho residencial.

St Oswald Place está muito bem localizada ao lado dos espaços verdes de Vauxhall Pleasure Gardens, uma área que sofreu uma grande valorização nos últimos anos com o surgimento da Galeria Newport Street de Damien Hirst, design do escritório St John Architects. Bem perto dali fica o Brunswick House, em um edifício do século XVIII, um excelente restaurante e loja. O Bonnington Café, um restaurante vegetariano em Bonnington Square, é uma instituição local. Desde que comecei a escrever este blog e procurando casas como referências, há algumas que me tomam bastante tempo, no caso desta residência, fiquei horas divagando e tentando redecorar os espaços com ideias de que eu gosto, e com os móveis que eu tenho na minha casa, um ótimo exercício para quem adora decoração.

Som de Barbara Streisand – The Way We Where

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