Estilo Militar!!!!!


 

Não são só os camuflados que fazem o universo militar: uma série de detalhes podem funcionar como aliados infalíveis na missão de aderir ao estilo sem se tornar um soldado. Quer aprender como? Confira uma seleção de fotos com peças típicas do militarismo seguidas de dicas para acertar na produção e dispensar o alistamento nas forças armadas. A regra mais valiosa na hora de apostar no estilo militar é não carregar a mão nas referências. Você pode usar uma jaqueta camuflada sobre um terno, por exemplo, mas só a jaqueta. Esqueça as calças cargo, as camisas com bolsos e os tons típicos do militarismo aplicados em looks completos.

Poucos detalhes são suficientes para passar a informação necessária do visual militar. Os bolsos utilitários, os zíperes aparentes e os martingales (faixa de tecido com botões sobre os ombros ou jaquetas) são alguns destes exemplos.

Quer ficar na zona de conforto? Invista no bom e velho verde-musgo, no marrom e no cinza típicos do militarismo. Lembre-se de combinar a peça-chave com outras cores neutras para não cair na pegadinha do look total, ok?

Verde oliva, verde folhagem, bege, marrom, cáqui, cinza e marinho são algumas das cores mais comuns de se encontrar nas fardas militares e, na maioria das vezes, só a presença delas já serve para criar uma relação com esse estilo. Não tem como olhar para uma estampa camuflada sem pensar em exército! Porém é aconselhável usá-la comedidamente, preferencialmente apenas uma peça camuflada em todo o look, afinal a mesma estampa que desaparece na selva, salta aos olhos em ambiente urbano.

Muita sarja, algodão, lona, couro, gabardine (nas peças mais classudas) e nylon é o que você encontra corriqueiramente em vestes e acessórios militares. No caso da sarja, lona e do couro existe a possibilidade de que eles apareçam surrados e desbotados para causar a impressão de algo usado e desgastado pelo tempo, principalmente se a peça tiver um certo apelo vintage. Vamos ver?

Som de Justin Timberlake – Say Something

Jaquetas ou casacos militares:

São aquelas jaquetas com bolsos salientes tanto na altura do peito quanto próximos a cintura, dragonas nos ombros e, em alguns casos, martingales na cintura para ajustar a peça. Na maioria das vezes aparecem em cores como o verde musgo ou oliva, marrom, cinza médio, bege ou cáqui e podem ser também identificadas como “safari jackets”. Podem ser feitas de sarja, nylon de paraquedas ou couro.

Trench coats:

Os de melhor qualidade são de gabardine, um tecido impermeável e que protege do frio, já que desde sua invenção a intenção era que os soldados ficassem aquecidos e secos nas trincheiras – daí veio o nome casaco de trincheira. É fácil de ser identificado, pois sempre apresenta abotoamento duplo, reforço no peito (na área onde se apoia o cabo do rifle), dragonas nos ombros, cinto no mesmo tecido do casaco, fivelas nas mangas e lapela larga que pode ser levantada para proteger do frio, além de uma fenda traseira, pensada para se caso algum oficial tivesse que montar um cavalo a peça não ficasse amarrotada na sela. Hoje é considerado um casaco tão elegante que é usado por cima de ternos, mas continua sendo a proteção perfeita para a chuva e frio. Versões mais modernas incluem tecidos como sarja, nylon impermeável e até couro, já as cores ficam entre o popular bege e o marrom, passando pelo verde musgo, camelo e castor.

Calças cargo:

Foram usadas pela primeira vez em 1938 pelas forças armadas britânicas. Os bolsos na altura da metade das coxas ajudam a levar todo tipo de equipamento militar (mapas, bandagens, bússolas) e algumas tem alças para pendurar pequenas facas ou outros objetos miúdos, mas isso só é usado por quem vai sair em algum tipo de missão ou aventura, o homem urbano escolhe os modelos com bolsos flat, que não acrescentam volume a silhueta e não usam os compartimentos sobressalentes para não perder a elegância, enchendo a roupa com coisas que deveriam estar devidamente acomodadas em uma bolsa. As cores mais comuns para a cargo militar são verde musgo e marrom terra, mas as camufladas também disputam a preferência dos homens; os tecidos populares são sarja, algodão e nylon de paraquedas.

Camisas militares:

Teoricamente qualquer camisa com uma cor terrosa ou estampa camuflada seria o suficiente para identificá-la como tendo estilo militar, mas ainda existem modelos que pegam emprestado elementos como os bolsos “cargo” com abas fechadas por botões e dragonas, sem contar insígnias, patches com identificação de tropa e estampas com distintivos de pelotão. Deve-se tomar cuidado na hora de combinar essas peças com calças cargo ou jaquetas tipo “safari”, elas podem deixar o visual exagerado.

Coturnos:

Não há um calçado que faça maior referência ao militarismo que o coturno, seu jeitão parrudo e agressivo não deixa dúvidas sobre suas raízes.

Jaqueta bomber:

Quando falamos em militarismo não estamos só nos referindo ao exército: marinha e aeronáutica também entram na conta. As jaquetas bomber foram criadas para uso dos pilotos da força aérea durante a Primeira Guerra Mundial, quando os cockpits dos aviões eram abertos e era necessária uma jaqueta que mantivesse os oficiais aquecidos. A bomber pode ser feita de couro, gabardine, nylon, algodão ou até uma mistura de fibras, nos modelos mais leves, tem como característica marcante a gola larga e elástica, algumas vezes forrada com pele, fechamento por zíper, bolsos grandes próximos a cintura para aquecer as mãos e punhos elásticos, evitando que o vento gelado entre.

Relógios com pulseira de lona:

Existem muitos tipos de relógios usados pelos militares, mas o que mais remete a esse estilo é o cuja pulseira é feita de lona ou nylon, seja ela verde, cinza escuro, preto, marrom ou azul marinho, basta olhar para uma peça desse tipo para imaginá-la no pulso de um soldado. É comum ver algumas pessoas se referirem a ela (a pulseira) como “nato strap” devido a crença de que os primeiros a usá-la foram os soldados da OTAN (North Atlantic Treaty Organization, em inglês), entretanto outras fontes dão conta que os militares britânicos foram os primeiros a adotar a pulseira em 1973.

Parka (ou parca):

Foi criada com base no anorake, um casaco usado pelos esquimós, sendo adotada pelo exército por ser uma roupa adequada para enfrentar condições climáticas adversas, principalmente baixas temperaturas. Pode ser de nylon, poliéster, gabardine ou sarja; na maioria das vezes apresenta capuz forrado com pele; uma gola que pode ser levantada para proteger o pescoço e parte do rosto; podendo ser fechada por botões, zíper ou ambos. É importante frisar que alguns modelos são mais esportivos, mas existem opções totalmente militarizadas tanto nas cores, quanto nos detalhes.

Peacoat:

O peacoat está para a marinha assim como a bomber jacket está para a aeronáutica! O casaco de lã grossa preta ou marinho surgiu no século 18 e logo foi adotado pelos marinheiros que navegavam as águas gélidas do hemisfério norte, tendo hoje, de certa forma, sua ligação com o visual militar, surgindo em variações de cores como o verde musgo, oliva e cáqui, esta última nos modelos em sarja possivelmente acompanhada de insígnias, dragonas e distintivos.

Vejam abaixo algumas combinações que remetem ao estilo militar!!!!!

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A Camisa Polo !!!


Uma das peças queridinhas do guarda-roupa de muitos homens, sua praticidade e seu estilo versátil são perfeitos para montar visuais básicos, sem muitos segredos, mas que ficam com um estilo super elegante e perfeito. Sabe a famosa camisa polo? Que o brasileiro adora rotular como uniforme de playboy e “coxinha”? Ela é utilizada como uma opção menos formal que a camisa social e mais formal que a camiseta. Mas sabia que ela foi feita originalmente para ser usada em um esporte? Aí você pensa “claro que sabia, olha o nome dela, foi feita para jogar polo”. Errou. Ela foi feita para jogar tênis! E sua história se confunde com a de uma marca bem famosa.

A camisa polo foi inventada em 1926 ,  pelo jogador de tênis, Jean René Lacoste (Le Crocodile), de onde vem o logotipo da marca francesa Lacoste.
Lacoste foi o principal responsável pela primeira vitória de seu país na Taça Davis e colecionou títulos nos famosos torneios de Roland Garros, Wimbledon e Forrest Hills.
O apelido foi dado pela  agência de notícias Associated Press, quando  ex-jogador de tênis René Lacoste apostou que faria um bom jogo com o capitão da seleção francesa, durante a tradicional Taça Davis em 1923. O prêmio seria uma mala, confeccionada com pele de crocodilo. Mais do que a mala envolvida na aposta, René ganhou o apelido do próprio animal. Seu amigo ilustrador, Robert George, desenhou-lhe então um crocodilo que foi bordado no blazer que usava nas quadras de tênis.
O tenista gostou tanto da “brincadeira” que mandou confeccionar para seu uso pessoal um lote de camisas em algodão com uma malha ventilada e confortável, produto que virou a sua marca registrada.
Lacoste achava que as camisas com colarinho duro e gravata  usadas   para praticar tênis na época , eram  pesadas e desconfortáveis,  eram incômodas camisas de estilo clássico, em tecido tramado com duas teias, de mangas compridas.
Já as suas confortáveis camisas pólo, ele  usava  com a gola levantada a fim de evitar as queimaduras de sol. Somente quando a camisa se popularizou  que as golas passaram a serem usadas abaixadas.
A partir daí os tenistas, os jogadores de pólo e os de golfe passaram a usar a peça como uniforme o estilo das camisas criadas por René já invadiram a moda nas ruas e celebridades aderiram ao modelo. Até mulheres como Jacqueline Kennedy Onassis e Audrey Hepburn usaram o modelo diversas vezes.
Em 1972, Ralph Lauren pegou a camisa polo para sua própria linha, estabelecendo sua empresa de vestuário casual que seria a partir de então conhecido como “Polo”, uma ode ao esporte dos ricos e, portanto, um símbolo de destaque. Ele manteve o logotipo do polo player como um símbolo de sua marca. A partir do momento que Lauren começou a fazê-las, a camisa foi adotada em mais e mais armários dos homens. Usar a camisa transformou-se um símbolo do status.
Hoje em dia existem diversos modelos, cores e cortes diferentes para as camisas mas a modelagem tradicional continua, mantendo o visual mais sofisticado e básico. Usar uma camisa pólo é a opção perfeita para quem quer incrementar a produção e sair do estilo despojado sem apostar em muitas peças.
Esse é um item praticamente obrigatório no vestuário masculino, uma vez que consegue muito bem ser casual e chique ao mesmo tempo, podendo ser usado em inúmeras situações. Além disso, É o tipo de peça masculina que nunca sai de moda e que pode ser utilizada nas mais diversas ocasiões e de várias maneiras, com shorts, jeans, calça de alfaiataria, blazer, cardigan e por aí vai. Confiram nas fotos abaixo vários exemplos.
Som de Craig David – Walking Away

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A Calça De Alfaiataria !!!


O jeans é um porto seguro para o homem, basta vesti-lo, escolher uma camiseta, um tênis e você está pronto para enfrentar mais um dia!!! Mas se tem uma coisa que eu não aconselho a ninguém, é cair na rotina ou ficar preso á zona de conforto, e nesse quesito o jeans pode ser um verdadeiro problema, pois o costume de usá-lo começa a fazer com que os looks se repitam ou simplesmente não evoluam. De vez em quando é uma boa dar uma chacoalhada no seu estilo e as calças de alfaiataria são hoje uma das peças que tem maior possibilidade de lhe ajudar com essa tarefa. Os cortes modernos, mais justos, mas sem exageros e as variedades de cores sóbrias possibilitam fazer combinações elegantes e descoladas com peças básicas que antes eram companheiras do costumeiro jeans.

Em muitas matérias de moda estamos vendo o sockless, que é o estilo “sem meia”, com o tornozelo aparente, a calça com a barra dobrada, deixando a meia em destaque e completando o visual. Todos os exemplos citados acima, deixam a barra da calça mais curta. Mas e a calça mais formal, de alfaiataria? Sim, atualmente ela também está sendo usada de forma mais curta, e dá-se o nome de  calça cropped masculina.

Esta barra mais curta combina principalmente com a modelagem mais slim, ou skinny de calças e pode conversar muito bem na mistura com peças mais casuais, ou esportivas, quando usadas com um tênis, com uma camiseta, com uma jaqueta, sem ser obrigatoriamente com blazer ou paletó.

A calça de alfaiataria é para looks mais formais e sociais, certo? Não apenas, meu caro. Calça de alfaiataria masculina com camiseta está em alta e garante um visual menos formal, mas com aquele toque chique e despojado. Esta combinação é unir o básico ao chique sem muito esforço. E é possível usar a camiseta pra fora ou por dentro da calça. Se sua opção for usar a camiseta por fora da calça, que esta não seja muito grande, senão o look fica muito relaxado e dá uma sensação de desleixo. Dê preferência também para camisetas básicas de decores neutras. Para completar o look e deixa-lo ainda mais chique, carregue um blazer, se a ocasião pedir ou para as noites mais frias.

Quando perguntado aos homens sobre calças em alfaiataria, muitos dirão que é um tecido mais nobre, sendo usado para ocasiões mais importantes e sofisticadas. O que não deixa de ser verdade. Entretanto, algumas combinações podem dar uma diversificada nas opções de uso, assim como nos locais de uso. As calças de alfaiataria ficam belíssimas quando combinadas com camisas e blazers, podendo compor um visual mais formal ou mais esporte. Aqueles mais ousados, montam uma produção com tênis e camisas mais esporte, o que os deixará bem mais sofisticados. Elas podem vir com modelagens diferentes, mais retas e justas, o que deixará as calças mais modernas. A seguir algumas ideias que certamente vão ajudá-los nestas misturas certeiras.

Mantenha tudo simples: 

Nada espalhafatoso, estampado, colorido, atenha-se a peças simples e o visual ficará perfeito. Se for adicionar algo mais chamativo, certifique-se que ele está dentro do estilo das demais peças.

Cores neutras são á prova de erros:

Não precisa usar uma calça mostarda combinada com uma polo vinho. Branco, preto, marinho, cinza, marrom e bege já dão conta do recado.

Atenção ao caimento:

Para o uso em looks casuais a calça de alfaiataria tem que ser slim fit, o corte mais acertado ao corpo faz com que a sua silhueta fique mais moderna e jovem, casando perfeitamente com outras peças casuais.

Slim fit não é roupa apertada:

Nada de tecido marcando músculos das coxas nos fortões ou dobrinhas nos gordinhos, a calça de alfaiataria deve ficar confortável e elegante. Também vale tomar cuidado com a altura do gancho e o caimento na altura do quadril, nada pior do que virilha marcada.

Polos também são uma opção:

Assim como as camisetas, as polos básicas funcionam bem nesse contexto, mas nada daqueles modelos espalhafatosos, cheios de cores, números e brasões, aposte nas camisas monocromáticas, podendo arriscar até uma cor mais forte de vez em quando.

Tênis ou sapato? Depende da ocasião:

O sapato casual mantém o clima da roupa descontraída, mas sempre está um nível acima do tênis no quesito elegância, sobretudo em ocasiões onde é importante impressionar, entretanto os sneakers discretos podem ser os eleitos se o conforto for um fator decisivo ou se a intenção for se mostrar a vontade, o importante é que ambos funcionam bem neste caso. Nem é preciso dizer que os abomináveis tênis de corrida (ou tênis de academia, se preferir) ficam de fora.

Com ou sem meia?:

A meia não se faz necessária para os siders e mocassins, no caso dos sapatos de amarrar e tênis seu uso é facultativo, tem gente que não dispensa e existem outros que preferem deixar as canelas a mostra, você decide. O mesmo vale para as meias coloridas, como o look é casual, pode abusar delas se quiser e combiná-las com alguma peça ou manter as básicas e tentar deixar o tom neutro ou próximo ao da calça.

Looks com Calça de Alfaiataria no inverno:

Nos dias frios pode fazer a sobreposição que achar melhor, peças como pea coats (aqui), jaquetas jeans, jaquetas bomber e blazers podem entrar na combinação sem nenhum problema, assim como suéteres e cardigãs(aqui).

E como ficam as camisas casuais ou sociais?

Use-as á vontade, mas lembre-se, aqui a intenção é reproduzir aquela composição descolada que você faria com um jeans, logo se você pender demais para peças muito sérias pode criar um visual business casual comum. O ideal é seguir uma fórmula que sempre pede uma roupa bem relax junto a calça de alfaiataria, como um tênis branco, um moletom com caimento seco ou uma camiseta básica e lisa.

Som de Röyksopp – Here She Comes Again

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Cardigans !!!!!!!


Enquanto muitos não olhem para o armário e se perguntam sobre a história de suas roupas, isso não torna a história do suéter cardigan menos valiosa. Ao entender de onde vem a nossa roupa, podemos começar a ver quantos artigos não só moldaram nossas vidas, mas também se tornaram símbolos importantes de conforto. Um cardigan simples não é apenas uma roupa que você vai pendurar em seu armário, é um trampolim para alguns dos estilos mais populares de hoje.

O que se percebe é que o cardigan ainda é um item de moda popular hoje. Pode ser usado com jeans ou chinos, em um dia mais frio. Esta peça de roupa altamente versátil tornou-se a peça de vestuário para aqueles que ficam com frio, mas que não querem nada apertado ou junto ao pescoço.

A história aceita do suéter cardigan começa em meados de 1800 durante a Guerra da Criméia. James Thomas Brudenell herdou de seu pai o título de Conde de Cardigan. Este comandante militar britânico serviu nesta guerra e assim, começou o uso do suéter cardigan na cultura popular, devido ao casaco que Brudenell usava na época. Este tipo de casaco é uma peça que geralmente tem botões na frente. Alguns cardigans também tem zíperes em vez de botões que podem ajudar a proteger de dias frios.

A partir de meados do século, como as lareiras e aquecedores a gás foram substituídos por aquecimento central, as roupas pesadas internas tornaram-se desnecessárias. Os automóveis aquecidos e o transporte público aquecido tornaram a estação de frio mais curta. O novo casaco cardigan era desestruturado e viajava facilmente sem ser amassado, ao contrário dos blazers de lã e dos casacos de algodão ou linho.

O cardigan teve durante um tempo a reputação de ser usado apenas pelos nossos avós, uma peça confortável que é mais adequada para se sentar junto á lareira e reclamar da vida. Apesar de se tornar um clichê, existem maneiras de liberá-lo de restrições antigas e usá-lo com bastante estilo, eu adoro e tenho vários, além do mais alonga a silhueta.

Cardigan Oversized: O cardigan super longo é a peça de transição ideal da primavera ao verão e é perfeito para dias casuais e relaxados. A estrutura de um cardigan alongado torna-o um visual descontraído e casual, e idealmente pode ser acompanhado de um jeans skinny como alternativa. O tecido é geralmente leve e não existem botões.

Cardigan Gola Xale: Pense no casaco de gola xale como uma alternativa a sua jaqueta bomber ou jaqueta jeans. Geralmente é feito com um design mais chique, do que o estilo oversized e sua espessura torna-o mais adequado para combinações casuais, como camisetas simples e calças jeans básicas.

Cardigan Casaco: O mais tradicional de todos, o do “vovô”, o que eu mais gosto e vai bem com tudo, com jeans, calça social e até com bermuda. Neste caso de casaco com botões, o último botão deve sempre ficar aberto, e o comprimento deve ser um pouco abaixo da cintura, cobrindo o cinto.

Ao decidir sobre o ajuste certo para seu cardigan, você precisa pensar não somente no que é mais confortável para você, mas também que tipo de aparência você está procurando. Os mais largos são bons para roupas descontraídas, e funcionam bem, combinados com algo simples. Um modelo mais ajustado vai bem com um terno ou uma calça mais social, e até com gravata.

Quando se trata de sobreposições, o cardigan é a peça ideal para usar embaixo de sobretudos e blazers, vamos ver???

Som de Pabllo Vittar – K.O.

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O Casaco Peacoat !!!!!!


 

O termo “peacoat” foi usado por quase 300 anos. Derivado da palavra holandesa “pije”, foi usado para descrever um casaco de tecido de lã grossa já no século XVI. Desde então, foi conhecido pelo seu lugar na Marinha. Eles foram originalmente projetados para marinheiros que subiam nos mastros de veleiros, como não eram acinturados e cobriam ligeiramente os quadris, eram bem fáceis para a movimentação necessária.

Além do ajuste, outra característica clássica do peacoat é a lapela de grandes dimensões. Não é só o fato de vestir o casaco, que é funcional. A lapela “conversível” foi projetada para proteger os marinheiros expostos aos ventos frios e fortes no mar, sem prejudicar a visão. Também pode ser fechado ou deixado aberto para regular o calor. A lã do peacoat é pesada, com uma trama apertada e durável, protegendo do frio, do vento e até mesmo de chuva. Uma necessidade em pleno mar. Acredita-se que tenha sido criado pelos ingleses, mas não há certeza. O Sr. Edgard Camplin fundou uma loja em 1850 em que vendeu uniformes à marinha britânica, particularmente na Índia, no início de 1888. Depois disso, o Sr. Camplin supostamente criou um casaco para o uniforme de oficiais da marinha, quase igual ao dos marinheiros. Ele projetou o Petty Coat, que também era conhecido como P. Coat, depois se popularizou para Peacoat por razões fonéticas.

O peacoat é um desses casacos que consegue ser clássico, mas não muito tradicional, de alfaiataria mas sem excessos, versátil, mas nunca monótono. Você pode usá-lo com qualquer coisa, desde um terno até jeans e uma camiseta sem que ele esconda a roupa ou se misture demais. Junto com a sua versatilidade vem seu conforto e movimentos fáceis, tornando-o o casaco perfeito para sobreposições, tanto em estilo casual, como mais arrumado. Se você está procurando por algum casaco quente, fácil de usar, e que vai complementar sua aparência, pode ser uma boa ideia dar uma chance ao peacoat. Eu tenho um de lã bem grossa e botões dourados que comprei em Nova Iorque há mais de 20 anos em um antigo brechó da marinha, dura até hoje e está praticamente novo.

Resumindo, o peacoat é um coringa no armário clássico e funcional masculino, que existe há mais de um século. A versão original, azul com botões de âncora é certamente a mais popular, mas hoje em dia você tem uma escolha de diferentes materiais e cores. Não importa se você é vintage ou mais moderno, um peacoat é ideal para quando você quer se agasalhar, mas acha o sobretudo muito formal e as jaquetas de nylon não são o seu estilo. A seguir algumas ideias de como usar este clássico masculino !!!!!

Som de Christina Aguilera – Candyman

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Sobreposições !!!!!!


A maioria dos homens deve achar estranha a palavra sobreposição ou “layering” quando se trata de moda masculina, mas não se preocupem, o objetivo deste post é corrigir isso, e vamos começar pelo mais simples. Normalmente o homem se veste com uma camada (layer) visível, ou seja, camisa e calças. Talvez uma jaqueta, (uma segunda camada), e talvez um casaco ou um lenço se estiver frio (uma terceira camada).

Sobreposição nada mais é do que dominar a combinação de sua roupa para que ela funcione corretamente, protegendo você do tempo e permitindo que se mova, seja confortável e esteticamente agradável ao olhar. Em geral, a sobreposição é como estar vestido para as quatro estações do ano. Torna-se conveniente ter peças que você possa usar e se precisar ir despindo durante o dia. Com peças e materiais certos você pode ter um visual em camadas durante todo o ano, se quiser. O objetivo? Praticidade e estilo !!!!

Chega de olhar para homens vestidos de camisas e jeans. Se você adicionar alguma coisa na roupa, já se destaca. Sapatos decentes e bons acessórios já são mais do que a maioria dos homens colocam no seu dia a dia. Pense em como você ficará quando começar a adicionar peças de roupa também. Com apenas uma camisa e umas calças, você está limitado em suas opções de cores, duas ou três no máximo. Mas se você usar casacos, cachecóis, coletes, blusas, chapéus e assim por diante para a mistura, pode facilmente ter cinco ou seis cores em uma roupa. E sim, isso significará ter um pouco mais de cuidado para garantir que todas as cores funcionem juntas, porém a elegância agradece.

No inverno, muitas vezes você se divide entre ambientes quentes e frios, e é por isso que as camadas são tão importantes. Ser capaz de remover uma camada externa de roupa sem comprometer o estilo de sua roupa é a melhor coisa sobre sobreposição. No entanto, também é uma das coisas mais difíceis de obter. Isso significa que todas as suas roupas têm que ser ótimas como um conjunto, bem como em itens separados.

Esta não é uma regra absoluta, mas geralmente, sua camada inferior deve ser a sua roupa mais fina e a mais externa a mais espessa. Por que você não tenta usar uma camiseta como sua camada inferior? T-shirts são excelentes para criar uma camada base para qualquer roupa, pois são magras, e de materiais leves.

Quando se trata de roupas em camadas, um dos maiores problemas que você vai encontrar são as cores. Quando você usa muitos itens diferentes, o risco de choque de cores torna-se muito maior. Portanto, é importante certificar-se de que as cores que está vestindo se conversam entre si para não arruinar a aparência do seu visual.

A escolha do padrão que você usa é tão importante quanto a cor. Se você usar roupas com muitos padrões ou roupas que têm padrões muito evidentes, então sua roupa não vai funcionar. A maneira mais simples de evitar esse problema é usar roupas em cores básicas. Embora isso possa parecer aborrecido, se feito corretamente, você pode criar um estilo minimalista sutil. No entanto, usar alguns padrões também pode ser uma ótima maneira de tornar uma roupa mais excitante. Se você estiver vestindo camadas com mais de um padrão, certifique-se de evitar padrões irregulares, permita que um seja a base do conjunto e todos os outros se formem nessa base. Os padrões mais complexos devem estar na camada externa.

Mas chega de conversa, nada melhor do que algumas fotos para você ter ideias e ver que a maioria das peças você já tem no seu guarda roupa, agora é só arriscar e fazer a combinação certa. Já tinha pensado que uma jaqueta jeans pode perfeitamente ser usada embaixo de um blazer ou casaco de lã?

Som de Simon & Garfunkel – The Only Living Boy In New York

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Perfecto Jacket !!!!


 

Som de Boy George-The Crying Game

A Biker Jacket  é uma daquelas peças que algumas pessoas instantaneamente amam. Prática e  de linhas retas ela resistiu ao tempo dentro do guarda roupa masculino. Ela tem a habilidade de melhorar o seu look ou dar uma “desarumada”no seu estilo.

Com uma silhueta masculina e cuidadosa construção, a jaqueta Perfecto tornou-se um item quase que obrigatório, especialmente dentro das comunidades de motociclistas. Irving Schott decidiu levar seu design para a loja Harley Davidson, no coração de Nova York, com um preço de venda de US $ 5,50, a partir de então, a jaqueta tornou-se um item importante para os jovens rebeldes da época. Embora o design tenha sido o primeiro de muitos, não se desatualizou com o tempo. Com as lapelas dobráveis, encaixe confortável e bolsos zip, a jaqueta Perfecto  é constantemente renovada a cada ano, tendência e temporada. Apresentando lapelas que podem  ser abertas ou fechadas entre si, não é de se admirar que este modelo de casaco se tornasse um protetor essencial para os motociclistas do início do século XX.

Tornou-se o simbolo da rebelião e da transição das culturas, especialmente da juventude. A jaqueta demonstrou com êxito o significado de cool, tornando-se um item que praticamente todos queriam ter. Foi graças a Marlon Brando, que usou o casaco para sua estréia em 1953 “The Wild Ones” que a a jaqueta Perfecto tornou-se um ícone entre as peças de vestuário.

Bandas e músicos a adotaram. The Ramones  foi um dos primeiros a adaptar a imagem do motociclista, a jaqueta de couro foi o item usado para punks e subculturas do rock. Isso foi seguido por várias celebridades dando forma a alguns dos aspectos mais icônicos de Steve McQueen, The Beatles e Elvis. As pessoas começaram a amar a ideia do bruto e cru, voltando-se para a essência da costumização do design durante a década de 1970. Sid Vicious, o baixista do Sex Pistols popularizou o casaco de motoqueiro. A era Punk customizou a jaqueta com tachas, remendos, botons, e até slogans políticos, a jaqueta tornou-se um meio de se expressarem.

A jaqueta Perfecto por si só já deixa qualquer look mais roqueiro, mas combinada com as peças certas o resultado pode ir do óbvio ao sofisticado sem perder aquela pegada rebelde que agrada a tantos homens. Na verdade tem pouco para errar na combinação, e o preto sempre funciona bem, a calça deve ser mais seca sempre.

COMO USAR:

  • A jaqueta vai bem com calças jeans e de sarja, pode apostar sem medo! Por baixo, camisetas, polos e camisas jeans vão compor bem o visual. Se o frio estiver muito forte, pode acrescentar um cachecol ou suéter na combinação;
  • Tênis, sapatos e botas fecham o visual com perfeição, o que mostra o quão versátil é a jaqueta de couro;
  • Evite jaquetas com rebites e tachinhas e peças com detalhes exagerados, como bolsos e golas grandes. Elas têm um público muito bem definido e seu uso é um pouco restrito;
  • Opte por jaquetas que tenham pele ou lã na parte interna somente se você for viajar para lugares de temperaturas muito baixas, do contrário, você vai derreter no inverno brasileiro;
  • As cores pretas e marrons são as tradicionais, mas não são as únicas. Se for para ter apenas uma peça no armário, opte por uma das duas;
  • Lembre-se de que as peças que ficam por baixo não devem ter comprimento maior do que a jaqueta, mas se você for mais despojado siga a sua intuição.

Leve em conta todos esses aspectos na hora de comprar a jaqueta e pense em sua aquisição como se fosse um investimento, pois ela irá durar por longo tempo. A seguir alguns exemplos a seguir, quando se trata de usar este clássico das jaquetas masculinas.

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