The Hermitage !!!


Há algo incrivelmente sedutor sobre esta espetacular casa em Sydney, com o nome de The Hermitage . Com um certo ar de revival da Toscana, e algumas características da época Gótica Vitoriana, ela tem um brilho todo próprio. Localizada junto ao porto, é indiscutivelmente um dos melhores lugares para se morar neste país.

The Hermitage foi construída em 1831, e tem sido propriedade da família Hemmes desde 1974. Em 2011, Justin Hemmes, chefe do grupo hoteleiro Merivale voltou a morar nesta casa, patrimônio da família, e começou as renovações com a ajuda de Brian Hess, da firma de Sydney Hess Hoen , que supervisionou o trabalho estrutural e o design de interiores. A visão global do projeto era a de preservar a integridade do edifício, mas abri-lo para permitir  a entrada de luz através do espaço de 7000 metros quadrados. Hemmes foi importante para preservar o espírito comunitário e social da casa, refletindo seu estilo pessoal e predominantemente Mediterrâneo. O resultado é muito mais impactante do que tudo o que já se viu de Hemmes em seus vários empreendimentos, um espaço perfeitamente imperfeito construído em torno de relaxamento e prazer.
A renovação envolveu um período de demolição da extensão feita em 1960, bem como a integração de aberturas de novas paredes, portas e janelas. O layout desta casa de dois andares foi completamente virado de cabeça para baixo, uma reconfiguração intuitiva para suprir as necessidades diárias do proprietário. Uma mudança importante foi a relocação da cozinha no primeiro andar, assim como o quarto principal, banheiro e quarto de vestir. Impressionantes recursos incluem design personalizado para o aço das janelas em arco, que fazem referência a elementos góticos da casa, e uma escada em espiral, também em aço pintado à mão, que foi instalada para facilitar o fluxo entre os andares.
Uma vez completo o planejamento do espaço, Hess Hoen e Hemmes começaram o trabalho de procura de materiais e mobiliário para preenchimento dos espaços interiores. As decisões foram tomadas pela pessoa que iria usar os espaços, no caso o proprietário, que escolheu materiais com uma história e textura em patina desgastada pelo tempo. Anteriormente ocultos, elementos como paredes antigas de arenito, foram integradas na concepção global desta obra. Outros materiais incluem paredes naturais não pintadas, de argila, gesso e tetos em marcenaria, revestimento típico marroquino denominado de Tadelakt, tábuas de demolição de carvalho e detalhes em  latão.

Para a decoração, Hemmes escolheu uma mistura de peças antigas e novas, nacionais e importadas, para manter um senso de individualidade e personalidade. Na área de jantar, um lustre bem moderno design de Lindsey Adelman  pende sobre uma mesa e cadeiras em estilo mais rústico. No espaço adjacente à área de jantar uma cadeira de balanço ‘JJ’ divide espaço com a poltrona de vime em estilo country.

Um extenso e elaborado paisagismo foi concluído para permitir uma conexão mais perfeita entre interior e exterior. No térreo, portas de aço e vidro pintadas à mão com cinco metros foram instaladas para abrir o piso térreo a vistas espetaculares sobre o porto. Hess projetou a área ao ar livre com uma pegada internacional em estilo Mediterrâneo, com um bar junto à piscina, oliveiras, deck de madeira e cadeiras bem relaxantes.

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A Europa em Nova Orleans !!!


Tara Shaw manteve-se fiel à sua nativa Louisiana, há muito tempo tornou-se uma das mais conhecidas e disputadas decoradoras de Nova Orleans, mas mesmo assim o seu estilo tem sempre uma grande influência europeia. Durante os últimos 25 anos ela tem feito inúmeras viagens em busca de tesouros para a sua empresa de antiguidades e para o seu trabalho como designer de interiores, servindo também de inspiração para a sua linha de móveis que reproduzem peças antigas. Nas pequenas e desconhecidas lojas na França, Itália e Suécia, ela vem treinando e melhorando o seu olhar. “É uma verdadeira caça ao tesouro “, diz ela, que aprendeu com o tempo a transformar peças novas em verdadeiras antiguidades.

Podemos até dizer que Tara encontrou uma maneira de viver na Europa no meio de Uptown District, em Nova Orleans. Em 2004, ela encontrou uma casa com um estilo incomum para a cidade, lembrando um pouco o estilo Haussmann, com uma fachada severa e estuque torneado à mão. Projeto do arquiteto Barry Fox, tendo como modelo original uma antiga casa que o antigo proprietário tinha visto em França. Tara comprou a casa assim que foi anunciada no mercado e agora ela mora no que considera, o seu pequeno vilarejo europeu.

Dentro da casa, Tara estabeleceu um tom que é simultaneamente simples e de grande impacto. Usando uma paleta que se tornou sinônimo de elegância, e uma grande variedade de tons neutros , ela fez com que a sua coleção de mobiliário clássico e sumptuoso, não fosse intimidante na decoração. Esta paleta tem outro propósito além de modernizar peças históricas, o relaxamento. “Eu queria cores serenas”, explica ela.

Vamos conhecer esta casa, em Nova Orleans, onde Tara vive com o marido e sua amada cachorra, e aproveitar várias ideias de como conviver com antiguidades sem transformar a sua casa em um museu.

Na sala de estar, Tara manteve o elevado grau de conforto, sem perder estilo. Ela colocou uma TV enorme e todo o equipamento de som dentro de um armário de madeira antigo e todo trabalhado. “Eu amo essa chaise longue, é tão aconchegante, que o meu marido muitas vezes adormece lá mesmo! “

 

Inclinados casualmente ao longo da parede, do lado direito dois bastões do século XVIII usados nas procissões que Tara encontrou na Itália. As luminárias sobre a lareira foram antigas urnas transformadas e adaptadas.

 

Tara colocou uma estátua de Avignon do século XVII, bastante desgastada pelo tempo na sala de estar. Pelas janelas da sala, podemos ver a piscina de água salgada. Oitenta árvores cercam a propriedade, dando-lhe uma sensação de privacidade.

 

Para equilibrar a fachada austera da casa com uma confortável, sensação de luz no interior, foi escolhida a cor branca para as paredes. É brilhante, texturizada, e de fácil manutenção, importante para um espaço de alto tráfego.

 

Com antigas peças italianas transformadas em luminárias de mesa e um relicário em cima de uma escrivaninha, o escritório tem uma grandeza europeia.  “Quando entramos nesta sala, nos sentimos no Velho Mundo, mas o peso desta visão é contrabalançado pelos tons neutros.

 

Uma coleção de livros antigos, herança de família refletem seu gosto por interiores com um senso de história. No entanto, ela diz, “não há nenhuma fórmula quando se trata de casas dos meus clientes”.

 

Tara encontrou uma boiserie (painéis esculpidos) em uma casa perto de Versalhes e utilizou como uma estante de livros em sua sala de jantar. O banco e os candelabros foram encontrados em Lyon. Uma cadeira de meados do século garante que esta sala não fique datada.

 

Coleção de antigos pratos franceses, usados nos jantares do casal. Contrariando a tendência atual de fazer as refeições na cozinha, “nós realmente fazemos as refeições formais em nossa sala de jantar”, Tara diz.

 

Um armário de canto, comprado em  Veneza, e uma mesa sueca, de folhas que se abrem fazem com que esta sala pareça ter sido retirada do início do século. O equilíbrio vem com o pequeno sofá e banquetas modernas.

 

Coleção de louça branca, que é ressaltada contra o interior azul claro do armário de canto antigo.

 

“Quando eu pintei esta sala, eu estava apaixonada por linho branco, e amei o contraste com a escultura de resina branca”. Tara acrescentou mais camadas  brancas a partir daí. Cortinas, cadeiras em linho, e uma mesa de centro em laca branca.

 

O baú aos pés da cama de casal é um outro tesouro da Itália. Coberto de veludo e tachas, seguindo o modelo original ele serve para armazenar roupa de cama.

 

Luminárias modernas de mesa ladeiam a cama de dossel perfeitamente equilibradas com um espelho antigo ornamentado. Enquanto as luminárias são iguais, as duas mesas de cabeceira são completamente diferentes.

 

Os castiçais de pé alto são do século XVIII  e provavelmente originalmente usados em um altar.

 

O mobiliário deste pequeno retiro destila seu estilo grandioso, mas acessível. Uma banheira contemporânea, um candelabro, e uma bergère. Para as paredes, ela instalou três painéis encontrados no sul da França.

 

Tara criou uma pia de banheiro colocando um almofariz  italiano como uma pia e instalou-o em uma mesa branca. Um espelho veneziano paira acima dela.

 

O quarto parece impregnado de um château francês, mas olhando de perto, existe um equilíbrio entre a cama em estilo Directoire, a chaise e  peças contemporâneas refrescantes como um console de vidro opaco.

 

A proprietária coloca camas antigas em praticamente todos os quartos, esta peça em estilo Directoire, diz ela, é “tão envolvente que dá vontade de pular nela todo o final do dia”.

 

Escrivaninha sueca do século XVIII. Ela gosta de trabalhar no quarto de hóspedes e adora a maneira como esta peça fechada E esconde toda a bagunça.

 

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Le Cou Cou – NYC !!!


A inauguração do  11 Howard Hotel, foi um dos acontecimentos mais comentados de Nova Iorque, e o restaurante no local, dirigido pelo chef Daniel Rose e apoiado pelo sócio Stephen Starr, está fazendo história no mundo da culinária e sendo comentado pelos quatro cantos.  Aby Rosen, o proprietário nasceu em Frankfurt e é filho de sobreviventes do holocausto. Em 1987 se mudou para Nova Iorque e desde então tem feito fortuna. O chef Daniel Rose é um norte-americano, nascido em Chicago, embora ele nunca tenha exercido a arte da culinária nos Estados Unidos. Ele teve a sua primeira experiência  com a culinária francesa no país de origem da boa comida e abriu seu restaurante, Spring, em Paris, com várias críticas positivas.  Le Coucou é o seu primeiro restaurante nos Estados Unidos, mas o menu é repleto de clássicos pratos franceses.

Combinando com a fantástica culinária, apenas o design do restaurante, concebido pela empresa  Roman and Williams, formada pelo casal Stephen Alesch e Robin Standefer. O espaço deslumbrante, na Lafayette Street, no Soho, é verdadeiramente representativo do alimento elegante e simples. É também surpreendentemente complexo e curioso, com inúmeras opções e camadas de design que deixam os salões rústicos e refinados ao mesmo tempo.

Com a finalidade de combinar a decoração com a simplicidade da cozinha de Rose, Alesch e Standefer removeram todos os vestígios de vidas passadas deste edifício. “A maioria das paredes de tijolo são realmente reinterpretações inspiradas por paredes cruas e abandonadas sobreviventes da  Lafayette Street”, diz Standefer. “Nós restauramos o resto e acrescentamos nossa própria mistura especial de gesso e pinturas para enfatizar o espaço.” Para Alesch, o processo de decapagem é uma boa maneira de conhecer a alma de um lugar.

Um dos elementos-chave adicionado ao espaço é um mural pintado à mão pelo pintor radicado em Nova York, Dean Barger. Durante quatro meses, Alesch e Sandefer pesquisaram incansavelmente antes de se depararem com os trabalhos do pintor paisagista do século XVIII, Hubert Robert  cuja arte temperamental e expressiva foi o ponto de partida e a inspiração perfeita para este mural. A partir daí, em apenas três semanas o trabalho estava completo.

Os designers estavam ansiosos para saber como criar um restaurante ricamente decorado, e ao mesmo tempo com alma em uma cidade que atualmente preza por uma abordagem mais suave e casual. Mas, enquanto o lugar é de fato, elegante, não há a necessidade de grandes elementos para que fique ainda mais requintado. “Queríamos criar a sensação de simplicidade e conforto que podemos encontrar em qualquer casa, e torná-lo menos pretensioso e mais temperamental.”

Uma enorme janela tripla, separando a entrada principal e o bar das salas de jantar mais formais atua como uma lanterna, dirigindo a luz e introduzindo uma atmosfera mais íntima. Aberturas em arco e tetos abobadados dão opulência  para o espaço, enquanto que fileiras de lustres  pelo teto pontuadas por velas altas nas paredes, realçam a sua estrutura. O ambiente é decadente e agradável ao mesmo tempo, enquanto o esquema de cores calmas introduz “um senso de equilíbrio, de ritmo e pontuação”, Standefer acrescenta.

Grandes cadeiras Thonet vintage, revestidas de camurça, envolvem as mesas, dando aos clientes a intimidade e conforto de um jantar em casa, e como nas melhores festas, a boa energia é sempre o mais importante.  “A dinâmica e energia da cozinha se derrama para este espaço, e assim como a meticulosa e surpreendente culinária do chef Daniel, o que você espera encontrar não é necessariamente o que você vai ver.”

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Anderson Cooper – Trancoso!!!


 

A escolha deste local que inspirou Anderson Cooper a construir uma casa, no litoral da cidade brasileira de Trancoso não teve nada a ver com praticidade ou conveniência. Situada na costa Atlântica no estado da Bahia, esta residência fica a 14 horas da base deste âncora da CNN em Manhattan, uma cansativa viagem  incluindo uma mudança de voo e um grande trajeto de carro.  Cooper visitou pela primeira vez esta aldeia idílica em 2013 em um feriado com seu sócio, companheiro e empresário da noite, Benjamin Maisani, e seu amigo Andy Cohen,  personalidade de televisão e produtor da série Real Housewives. ” Em apenas um dia eu já estava fantasiando sobre a compra de uma casa lá”, lembra o jornalista. “Benjamin pensou que eu estivesse maluco, e Andy, que é um grande encorajador pensou que tudo não passava de uma grande brincadeira.”

Ainda assim, Cooper descreve a permanência inaugural como um devaneio intoxicante.”Eu coloquei minhas malas no bangalô onde estávamos, e fui para a varanda com vista para o Quadrado, a praça central da cidade, e fiquei olhando a paisagem por horas.  No final da tarde, as crianças começaram a jogar futebol, homens a cavalo começaram a retornar dos campos, e as luzes se acenderam nas casas de pequenos pescadores. É difícil explicar a atração, mas eu fiquei encantado “, lembra ele.

Esta narrativa romântica pode soar como um trecho de um romance de Isabel Allende, mas Cooper é o primeiro a reconhecer a pobreza de linguagem para a descrever esta paisagem de sonho. “As pessoas falam constantemente de como este lugar é mágico. Essa palavra me irrita,” confessa o correspondente do programa 60 Minutes e co-autor de The Rainbow Comes and Goes, o livro de memórias compartilhadas que recentemente escreveu com sua mãe, Gloria Vanderbilt. “Mas eu, que tenho trabalhado em 70 países e viajado muito, nunca vi nada como Trancoso. É um lugar real, não uma aldeia para os turistas. ”

Limitado ao norte e ao sul com casas pequenas de apenas um andar com mais de 500 anos, e ao leste por uma igreja católica do século 16 situada em um precipício acima do oceano, o Quadrado é o coração social e espiritual de Trancoso. “A maioria das pessoas querem casas na praia, mas você pode encontrar belas praias em todo o mundo. O Quadrado é o que torna este lugar tão singularmente atraente “, diz Cooper, que, nessa primeira visita, observou a praça, de sua vara do Uxua Casa Hotel & Spa, um resort composto por 11 fabulosas casas de hóspedes.

Para mergulhar na vida Trancoso, Cooper encontrou o cicerone perfeito, Wilbert Das, designer, especialista imobiliário local e co-proprietário do Uxua. Das chegou ao Brasil há sete anos, depois de renunciar ao seu cargo como diretor criativo da marca de roupas Diesel. “Um amigo na Itália tinha mencionado este lugar, e quando eu cheguei aqui, de alguma forma senti como se estivesse em casa”. Com a orientação de Das, Cooper garantiu um dos raros lotes vagos do Quadrado, uma longa faixa de terra salpicada com uma variedade exuberante de manga, cacau, jaca, banana e árvores de açaí. Das concebeu um composto de quatro pavilhões estabelecidos ao longo de um caminho sinuoso que começa na fronteira da praça da cidade e termina em uma florescência impressionante de floresta tropical. A primeira casa cottage em estilo colonial tem ligadas as salas de estar e jantar, uma cozinha e uma varanda para refeições ao ar livre. Os dois edifícios centrais são bungalows para hóspedes, um de tijolos e o outro construído usando pau a pique , um processo pelo qual a argila é mergulhada sobre uma moldura de madeira. A última estrutura, escondida perto da piscina, é uma casa de árvore de dois andares de pranchas de madeira recuperadas que inclui uma suíte master acima e uma sala ao ar livre na parde de baixo. Por costume local, a propriedade é conhecida simplesmente como Casa Anderson.

“Nós não fomos obrigados a construir num estilo puramente histórico, mas sentimos que era importante criar algo em sintonia com a cultura local.” Das explica que em grande parte, os materiais recuperados vieram de uma fazenda baiana abandonada. A decoração tem uma mistura de achados vintage, itens da coleção de Das, paraUxua Casa, e peças feitas sob medida por artesãos locais, refletindo a predileção de Cooper pela decoração despretensiosa e autêntica, seguindo as ricas tradições da região. Da mesma forma, as obras de arte que adornam as paredes incluem uma coleção de antigas pinturas  mexicanas e uma coleção de santuários baianos.

“Eu não queria que o lugar fosse mais sofisticado do que as outras casas na cidade,” Cooper diz sobre o seu retiro,  que ele descreve como um ecossistema em si mesmo. “Eu não sou muito de praia, como podem ver pela minha pele pálida, então eu realmente gosto de andar de um lugar para outro em minha propriedade.” Quanto à  frequência com que ele visita Trancoso, o jornalista diz. “Eu não vou lá tão frequentemente como eu gostaria, mas no meu escritório em  Nova York, eu tenho uma fotografia do Quadrado, que eu acho muito meditativa e calmante. Basta saber que a minha casa está lá para me deixar feliz.”

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Combinação Clássica !!!!!!


 

Blazer com jeans é um visual elegante e sofisticado que está em alta entre os homens jovens ou nem tão jovens. Não que seja equivalente a um terno ou um esporte fino, mas é uma das melhores opções para criar um visual ligado ao casual chic. A escolha perfeita para trabalhar ou para festas mais descoladas, que não pedem um traje esporte ou completo. São muitas as combinações a serem feitas, desde as camisas tradicionais às camisetas, de preferência lisas.

Antes de tudo, você precisa saber a diferencia entre terno, (três peças) paletó, (casaco do terno) e o blazer, peça mais casual.

A combinação de blazer com jeans mais fácil está nos tons escuros. Um blazer preto com uma calça bem escura é a combinação mais simples de todas, perfeita para os homens básicos e mais conservadores. Nesse caso, é melhor escolher entre uma camisa ou camiseta branca pra usar por baixo.

Mas não é só neste caso que as camisas brancas são bem aceitas. Essa é na verdade, a escolha mais fácil para usar com blazer e jeans, e podem ser de qualquer modelo. É uma aposta básica, simples e sem erros.

Outra escolha de blazer com jeans está no blazer marrom. Ele fica mais interessante se você escolher sapatos em tons parecidos. Uma combinação bem legal é com as calças mais claras, criando um bom contraste no visual. Mas se for do estilo básico, fique com os tons mais escuros na calça.

Quando a escolha da camisa ou camiseta for pela preta, uma boa opção é pelos tons mais claros no blazer. O blazer com camiseta, é na verdade, quase que obrigatório com calça jeans. A outra opção está na sarja ou calça chino, que dá um ar mais arrumadinho.

Uma escolha pouco usada no blazer com calça é o blazer branco ou bege. Muitos não escolhem pela dificuldade de combinar, mas ele pode ficar muito bom com as camisetas e camisas mais escuras, como disse antes, ou com uma peça branca para formar um visual full white, que está em alta na moda masculina. Não tem nada mais bonito do que a combinação monocromática de blazer e calça chino bege com camiseta ou camisa branca para o verão, e aí o sapato pode até dispensar a meia.

Os tons terrosos, cores deste inverno, também são ótimas escolhas para apostar no blazer com jeans. Nesse caso, a melhor coisa é apostar na caça escura, e até mesmo nas calças chino em tons de verde ou caqui, mais puxados para o terroso.

Agora, a escolha dos sapatos está muito mais atrelada à escolha da camisa ou camiseta do que ao blazer com jeans. No caso de camisa, a melhor opção para sapatos é um oxford, aquele de furinhos,(imagem acima), bota de camurça/couro ou um mocassim mais clássico. Agora, se a escolha for pela camiseta com blazer, você pode usar tênis ou outros calçados masculinos, tudo menos os sapatênis, que deveriam ser abolidos do planeta.

Ao usar um blazer com jeans você está elegantemente vestido e ao mesmo tempo com uma roupa mais casual, é uma combinação bastante versátil e que pode ser usada tanto de dia como de noite. A sofisticação vai depender dos sapatos escolhidos, como já foi dito acima. Uma coisa importante nesta combinação é que o seu blazer seja ajustado ao seu corpo. Nada de ombros ou mangas sobrando, e nada de roupa colada demais ao seu corpo e tolhendo os seus movimentos. A melhor forma para ver se o seu blazer está de um tamanho correto é levantar os braços e não sentir aquela sensação de aperto. Em relação á sua calça jeans ela deve ter um corte mais clássico, nem muito baggy e nem muito skinny, calças muito apertadas em que se notam os músculos das pernas, não importa o quanto você se esforce na academia, são só para bailarinos. Abaixo algumas ideias de como usar esta combinação que já é um clássico no guarda roupa masculino.

Som de Robert Cray – Strong Persuader

 

ESCUROS LISOS:

CLAROS LISOS:

XADREZ :

INVERNO TWEED:

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Um Toque Francês Em Varsóvia!!!


Este elegante apartamento em Varsóvia, tem definitivamente um estilo parisiense. O proprietário, que recentemente se mudou da França para a Polônia, queria que este apartamento, anteriormente bastante escuro fosse completamente renovado, e que tivesse um toque francês clássico, mas ao mesmo tempo incorporando acabamentos e toques de decoração eclética polonesa.  O belo piso em chevron de madeira e os pisos em parquet foram adicionados juntamente com painéis, portas francesas, luminárias modernas e lindos papeis de parede. O mobiliário é uma mistura de moderno, clássico e pré-guerra.

Marta Chrapka do escritório Colombe Design foi a responsável pela renovação deste apartamento de 1930 para este cliente que tinha vindo recentemente de Paris. Na sala de estar, Chrapka complementou a arquitetura pré-guerra com iluminação e mobiliário contemporâneos. Nesta sala, o foco principal é a luminária de teto da designer Constance Guisset. A lareira recebe uma obra de arte metálica de Oskar Zieta, e as cortinas são do mais puro linho. Mais uma vez a decoração mistura elementos antigos e modernos, a luminária no parapeito da janela é de Papai Cole.

Som de Genesis – That’s All

Os pisos de madeira foram assentados seguindo um projeto húngaro. “Eu queria que a casa transmitisse uma sensação histórica, por isso, tingimos a madeira de carvalho para que ficasse do mesmo tom que teria sido usado perto de oito décadas atrás”, diz Chrapka. As mesinhas laterais foram feitas por um carpinteiro indicado pela decoradora.

Chrapka projetou as portas de vidro dobráveis de madeira para ampliar a passagem da sala de estar para a sala de jantar. Isso ajuda a quebrar a visão do piso clássico e é uma opção moderna para quando o dono da casa recebe seus convidados.

A mesa da sala de jantar foi projetada por Chrapka e sua equipe, assim como o aparador e a luminária de aço preto com apenas uma lâmpada.  Ao redor da mesa cadeiras de madeira tonalizadas em preto, acima uma luminária de teto com três braços de Serge Mouilles. A impressionante luminária de chão (à esquerda) e muitas das peças de arte na sala foram adquiridos através do eBay. Uma pequena cadeira de estilo francês no canto foi transformada em uma elegante cama para o cachorro, (adorei esta ideia).
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O corredor foi pintado em tom claro que Chrapka criou através da mistura de vários tons de branco. O magnífico lustre de bronze é o principal elemento deste espaço, e  foram acrescentados os puxadores das portas também em bronze. Do quarto em frente podemos ver um pedaço do papel de parede verde imitando a pedra malaquita.
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” O meu cliente não sabe cozinhar, por isso o foco principal deste projeto da cozinha era o armazenamento”, diz a decoradora. “Eu queria criar um espaço semelhante ao Orangerie de Versalhes, então usei um monte de armações de ferro para enquadrar os armários.” O papel de parede por trás dos armários feitos sob medida dá o toque de jardim externo, os puxadores de bronze envelhecido são puro charme.
“Para a pequena área de estar na cozinha, eu queria criar um espaço usável. As cristaleiras permitem exibir objetos de decoração, mas  também são úteis para controlar a desordem da cozinha “, diz Chrapka. O quadro foi desenhado por Chrapka, e as cadeiras são assinadas por Mis en Demeure. Os pisos estão na mesma cor de carvalho manchado, mas aqui dentro, ela mudou o desenho para estrelas, criando um espaço mais exclusivo.
No quarto principal, foi criado um muro de armazenamento em torno da cama que dá ao proprietário um lugar incrível para roupas e acessórios. A cor da pintura do armário embutido foi escolhida criteriosamente. As luminárias laterais retráteis foram compradas no eBay e a cabeceira da cama foi forrada com tecido branco.
Do outro lado da cama fica um pequeno baú desenhado por Chrapka e  por cima dois abat-jours laranjas de Mis en Demeure. O papel de parede emoldurado faz a finalização.
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Um Barco, Uma Casa !!!


A modelo e designer Kyleigh Kuhn passou quatro anos em Nova York e não se acostumava com tanto concreto. De mudança para São Francisco, na Califórnia, tinha uma exigência, ficar mais perto da natureza. A solução foi morar em um barco com seus dois cachorros !!!!

O barco foi encontrado em um site de aluguéis. Ela fez as contas e viu que, comparando aos preços de apartamentos, seria mais barato comprar o barco e fazer uma boa reforma, do que se mudar para uma casa pequena que também precisaria de reformas. “Claro que a obra custou muito mais do que a conta que eu fiz, mas mesmo assim não me arrependo nem um pouco”, conta a alegre proprietária.

Kyleigh passou um ano reformando sozinha a parte interna do Whim, nome do barco. Depois de reconstruir o casco, ela colocou a mão na massa para ter a casa dos sonhos. Neste tempo apareceram alguns desafios. “É um barco, então ele nunca está perfeitamente parado. Quando fomos construir as paredes do banheiro, ele estava flutuando na doca e elas ficaram com alguns ângulos estranhos. Nós tentamos consertar, mas decidimos deixar assim mesmo, para dar um “charme artesanal”, brinca.

Luz natural, um deck todo decorado, uma sala de estar que funciona como quarto de hóspedes e uma cama elevada são alguns dos charmes deste barco, que fica ancorado na Baía de São Francisco. A decoração é cheia de verde e pequenos detalhes que, segundo a moradora, “invocam alegria e amor”.

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