NY……. A Cidade Que Nunca Dorme


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Na entrada do hotel, as cores envolventes de Shadow III, trabalho do artista Anish Kapoor

Dream Downtown – Agito 24 horas
O frisson e o entra e sai são ininterruptos. Como fundo, a batida da house music é ouvida sem parar. Se você quer silêncio completo ou pretende se esconder em Nova York, o DreamDowntown – no limiar entre o artsy Chelsea e o fervilhante Meat Packing District – não é o seu lugar. Membro do Vikram Chatwal Hotels, o Dream está estabelecido em um edifício de Albert C. Ledner, de 1966, reformado por Frank Fusaro, do Handel Architects. Ao espírito modernista do prédio, Fusaro somou ares marítimos com as fachadas refletoras de aço inox e janelas tipo escotilhas, em uma alusão à instalação Sky Mirror, de Anish Kapoor. Os interiores se valem do estilo industrial-retrô-chic, em que superfícies metálicas ou vítreas harmonizam-se com tons de cinza e roxo e um toque de couro. Uma instituição local em nightlife, o hotel abriga hotspots: o lounge PH-D, na cobertura, com vista espetacular do skyline; o novo restaurante Bodega Negra, cuja cozinha mexicana está a cargo do chef Michael Armstrong; e o subterrâneo e rock’n’roll Electric Room, onde Mick Jagger já fez sua festinha de aniversário. Raras em NY, as piscinas são objeto de desejo – a do endereço fica sobre o teto do lobby e tem área de descanso com areia de praia. Faça frio ou calor, sair do Dream para quê?
Dream Downtown – 355W16th Street;

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A piscina fica junto à efusiva fachada de aço com janelas marítimas e ainda sobre o lobby – as aberturas circulares no fundo deixam vazar a luz natural para esse espaço

 

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Interior do bar Electric Room, com décor de espírito British

 

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Um dos quartos, cuja ambientação tem pegada retrô e industrial – acima da cama Spectrum, obra de Richard Phillips

 

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O prédio que abriga o The Standard East Village – destaque entre as construções baixas do bairro – ao lado da townhouse renovada e transformada na entrada do hotel (à dir.)

The Standard East Village – Grife Cool
A fachada de vidro e aço não passa despercebida na região histórica da Cooper Square, onde predominam construções baixas de pedra e tijolos. Quinto hotel de André Balazs, o Standard East Village acaba de concluir dois anos de reformulação de seus interiores. Com look assinado pela designer de Hollywood, Shawn Hausman, responsável pelas outras propriedades The Standard, o über cool hotel tem entrada por uma townhouse renovada que leva ao pequeno lobby moderno. Nele, tapete do designer holandês Richard Hutten e balcão com painéis de madeira, couro e espelho. Já na área do elevador, destaque para as esferas brancas e cinzas da instalação Pixel Cloud, do americano Daniel Arsham. Neste verão, o jardim ganhará mobiliario vintage de ferro e uma fonte-instalação de cerâmica de Chris Johanson e Johanna Jackson. O restaurante Narcissa possui cozinha aberta comandada por John Fraser, chef Michelin que pratica a rôtisserie (comida assada diretamente na brasa) com ingredientes tirados da horta na fazenda de Balazs. Nos quartos, com paleta de cinzas e azuis, elementos pop e móveis da B&B Italia.
The Standard East Village – 25 Cooper Square;

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O restaurante Narcissa, com decoração que remete à pureza e simplicidade do traço escandinavo.

 

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O décor neutro dos quartos do hotel leva em conta móveis de design italiano

 

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O lobby do Viceroy, que exibe mural de Stephen Alesch com inspiração na obra do pintor americano Thomas Hart Benton e uso do mármore paonazzo

Viceroy New York – Do luxo ao luxo
É em um novo arranha-céu erguido na movimentada 57th Street, com fachada de estrutura metálica ge0metrica, que o Viceroy está acolhido. Tanto a arquitetura quanto o design de interiores foram criados pelo duo Stephen Alesh e Robin Standefer, do escritório Roman and Williams – famoso pelo décor que não poupa luxos. “Nos inspiramos no cinema noir e na colisão do velho e do novo mundo”, afirma Robin. No lobby, o centro das atenções é um mural assinado pelo estúdio Art Space NYC, remetendo à obra do pintor americano Thomas Hart Benton, que retratava cenas da vida rural e social da América pré-Grande Depressão. Pelas áreas comuns, mobília feita sob medida, peças vintage e o revival do uso do mármore paonazzo, frequente nos prédios da NY do início do século 20. Já os quartos, com vista para o Central Park, fazem referência a antigas cabines de navio e revelam madeiras exóticas, couro e um mix de metais.
Viceroy NewYork – 120W57th Street;

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Quarto do hotel, com ares de antigas cabines de navio, composto por peças de madeira, couro e metal

 

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Banheiro decorado com elementos vintage, como o espelho e o gabinete para a pia

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