Casa Cor – SP


Chegou a época do ano em que o Jockey Clube abre suas portas para mostrar grandes nomes da arquitetura, decoração e paisagismo no Brasil. É a 28ª edição da mostra Casa Cor São Paulo, que a partir do dia 27 de maio(ontem) exibe 79 ambientes com soluções para casas,apartamentos, lofts e estúdios exclusivamente criados para a ocasião. “Nossos espaços traduzem o que há de mais moderno,prático e aconchegante. Queremos democratizar a arquitetura e a decoração”, explica Angelo Derenze, presidente do Grupo Casa Cor. Aqui alguns ambientes deste grande evento.Acompanhem esta visita com The Pretenders – Human

 

 

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Sig Bergamin

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Sig Bergamin (Casa de campo) Um jardim florido recepciona os convidados em um ambiente onde o conforto é o protagonista e o clima rústico impera. Na casa de campo, os cômodos internos são integrados e uma prática cozinha dá acesso a uma horta. O clima de aconchego fica completo com revestimentos de tecidos ingleses, madeira, ferro e vidro.

 

 

 

 

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Ana Maria Vieira Santos

 

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Ana Maria Vieira Santos (Casa contemporânea) Nove espaços com um jardim no fundo e espelhos d’água criam o ambiente multiuso de 500 metros. Dentre hall, biblioteca e cozinha gourmet, optou-se por tons acinzentados pra valorizar objetos de arte, livros e decoração. Uma novidade da Casa contemporânea é o espaço para o colecionador de arte, uma espécie de minigaleria em que o dono pesquisa sobre o assunto e guarda as obras que não estão expostas pela morada.

 

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Ari Lyra

 

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Ari Lyra (Loft) Com décor eclético, o espaço de 60 m² não se preocupa em seguir determinadas tendências ou estilos. O ambiente mixa móveis antigos com contemporâneos, obras de arte do século 17 com outras dos anos 2000 e costura tudo com uma paleta enxuta de cores. Pensado para quem ama livros, arte e viver cercado de amigos, o loft ganhou várias estantes e áreas de convivência estratégicas.

 

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João Armentano

 

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João Armentano (36X10=360) Com o auxílio de fotografia, gigantogravura, impressão com resolução de última geração, espelhos e iluminação, o arquiteto cria a ilusão de que o jardim de 36 m² – de autoria de Gilberto Elkis – é, no mínimo, dez vezes maior. Daí o nome.

 

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Antonio Ferreira Junior e Mario Celso Bernardes

 

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Antonio Ferreira Junior e Mario Celso Bernardes (Chalé do jogador de golfe) A dupla criou um ambiente despojado com materiais de reaproveitamento. O espaço foi pensado para que uma pessoa apaixonada por golfe, tenha tudo o que é necessário para uma estadia confortável e autônoma: living, cozinha, dormitório, banheiro e hall, além de um deque elevado, que funciona como um mirante. Os móveis remetem à memória afetiva do proprietário, com peças herdadas enquanto azul marinho, azul bebê, marrom e verde criam um visual masculino.

 

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Esther Giobbi

 

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Esther Giobbi (Sala de almoço) Os 36 m² do espaço foram preenchidos com design clássico, como as cadeiras de Hans Wegner, e uma mesa de madeira rústica reaproveitada. O ambiente convida para um momento relaxante onde uma família se cerca de azulejos coloridos, iluminação vintage e boas memórias.

 

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David Bastos

 

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David Bastos (Sala de jantar e lounge) O ambiente de 80 m² incorpora área de estar e sala de jantar. O mobiliário italiano e as obras de arte, ambos de origens clássicas e contemporâneas, constroem um ambiente opulento e cheio de personalidade.

 

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Denise Barreto

 

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Denise Barreto (Casa³) Todos os elementos da casa de 168 m² têm o cubo e a arquitetura paulistana dos anos 1950, 1960 e 1970 como referências máximas. O destaque fica com o cubo de dormir revestido em bambu rústico, que flutua dentro do espaço social da casa. A arquitetura modernista ressurge renovada e com materiais mais aconchegantes.

 

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William Maluf

 

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William Maluf (Sala de jantar) Cores refrescantes se misturam a móveis clássicos e minimalistas para criar um ambiente calmo para a última refeição do dia. Além da mesa, a sala de jantar traz uma área de convivência repleta de livros e decoração vintage.

 

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Murilo Lomas

 

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Murilo Lomas (Suíte do casal) O ambiente com inspiração na cidade de Nova York ganhou um grande carpete desenvolvido especialmente para a mostra. Outro destaque é uma lareira gigante que aquece a decoração, que é sóbria, mas aconchegante.

 

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Paola Ribeiro

 

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Paola Ribeiro (Living do empresário) O projeto é um espaço integrado que abriga hall de entrada, sala de estar, cozinha e uma lareira ecológica. Tons neutros, especialmente o bege, ocupam quase todo o espaço. O colorido fica por conta das obras de arte.O hall, um pouco mais alto do que o resto do ambiente permite ao visitante vislumbrar todos os espaços logo na entrada.

Fast Post – Escritórios Em Casa


Nem sempre a casa oferece espaço para tudo aquilo que gostaríamos. Às vezes, falta campo para atividades importantes, como trabalhar e estudar. Como nem todo imóvel possui um cômodo inteiro dedicado a estas atividades, selecionei alguns exemplos de escritórios improvisados, que denotam toda a criatividade e o bom gosto dos moradores destes lares ou dos profissionais que os decoraram. Confira como foi solucionada questão do escritório perdido nestes lares e inspire-se!

 

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Junto à janela do quarto – Esta pequena bagunça semiorganizada faz parte da casa de Emma Persson Lagerberg, designer de interiores, e Bengt Lagerberg, o baterista da banda The Cardigans. Eles vivem em Malmö, na Suécia. Como a casa se viu logo tomada por instrumentos musicais e crianças, faltou espaço para um grande escritório. O jeito foi improvisar a estação de trabalho junto à janela do quarto do casal. Emma colocou ali uma mesa antiga de madeira e uma cadeira moderna com design assinado pelo casal Eames.

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Junto à cozinha, na mesa de jantar – Esta casa pertence a Valentino Fialdini, mas o fotógrafo não mora nele. Quem habita este lar é a arte. Espalhada por paredes, aparadores, mesas e até cadeiras, gente da estirpe de Cildo Meireles, Waltercio Caldas, Nazareth Pacheco, Shirley Paes Leme, Roberto Mícoli e, claro, Valentino Fialdini. Com tantas celebridade ocupando todos os cantos com suas obras, é claro que não sobraria espaço para um escritório. O fotógrafo acabou improvisando a estação de trabalho em um pedaço da mesa de jantar mesmo.

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No rebaixado do telhado – Mesmo que o arquiteto italiano Paolo Rizzo tenha encaixado seu escritório na baixada do telhado, ele se esforçou para valorizar o espaço. Montou o home office com uma escrivaninha dos anos 1960, criada por Paolo Tilche , com luminária Less for Less, de Davide Groppi, cadeira Slab, de Tom Dixon, e estante RZ, de latão, assinada por ele mesmo, Paolo Rizzo. A luz natural e a boa ventilação são garantidas ali, no canto, porque ele reformou o apartamento, deixando-o com planta livre.

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Entre o quarto, o banheiro e a escada – Neste dúplex na Vila Madalena, São Paulo, o design de interiores é assinado pelas arquitetas do Sub.Estúdio, que optaram por uma área social única, integrada, no pavimento inferior. Assim, acabaram tendo que reservar um espaço no quarto mesmo para instalar a mesa de trabalho. A bancada da escrivaninha abre-se para uma janela interna que integra visualmente os dois andares.

Uma Casa Com Sabor


 De sabores esta casa entende. Cada canto tem o tempero certo, uma  mistura correta,  como as receitas da proprietária, preparadas todos os dias para workshops de cozinha e para jantares privados que aqui organiza.

Primeiro ponto para adaptar esta casa ao seu novo uso ( um centro gastronômico ), foi a reforma da cozinha . Para isso foi preciso anexar a varanda do pátio traseiro. Atualmente, após a reforma, tornou-se um lugar belíssimo, assim como o restante da decoração que mistura estilos vintage e retro de uma forma bastante carismática.

Em cada quarto a combinação de ingredientes melhora o resultado final. As peças de mobiliário de origens muito diferentes, e memórias de família são  destaque  graças ao domínio da cor branca como pano de fundo. Acadeiras vintage, tapetes clássicos,luminárias industriais, moveis orientais, retratos antigos,e móveis feitos de materiais reciclados de demolição surpreendem, dando a impressão de que eles foram criados para ficarem juntos.

Idéias de projetos

Pano de fundo branco. Paredes, tetos, molduras, portas, janelas … até mesmo o piso, que foi pintado com um material ultra-resistente. Tudo em um branco imaculado, perfeito para a criação de áreas luminosas, com grande sensação de amplitude.
Materiais. A mistura de texturas e acabamentos do mobiliário enriquecem a decoração. O sofá de veludo,o pufe de pele e a poltrona de couro fornecem aconchego, assim como móveis de madeira em cor natural e laca. Para acompanhá-los nesta visita Sting – They Dance Alone.

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O pátio da casa é um pequeno oásis urbano com vista para a cozinha . O chão é coberto com tábuas de madeira entremeadas de carreiras de folhagem verde.

 

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Os sofás de verão são feitos de paletes e almofadas de lona. A cadeira de ferro foi comprada em mercado de pulgas.

 

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Boas vindas – Na entrada uma combinação de linhas orientais . Na parede branca, uma composição de espelhos de origem familiar.

 

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Um mix elegante – Neste canto,  um antigo balcão Inglês e um quadro com motivos chineses.Iluminando a cena, uma lâmpada industrial  vintage .

 

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Sobre o tapete Basarabian, a sala de estar. Quadro, comprado em Luzio e as belas lágrimas do lustre adquirido em um antiquário.

 

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Portas para o jardim – A claridade do jardim aumenta com o domínio absoluto do branco, deixando como protagonistas as peças de mobiliário e detalhes. O gabinete chinês vem de família.

 

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Uma das paredes da sala de estar abriga a biblioteca,formada por prateleiras de laca preta.

 

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Sala de jantar vintage – uma mistura eclética de móveis e detalhes com olhar retro . Tanto a mesa e cadeiras como o espelho grande em formato de sol dourado vêm de antiquários.

 

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Cozinha com o charme industrial – A cozinha é o coração da casa , uma vez que as oficinas gastronômicas e jantares privados são realizados aqui. Ela foi projetada pela proprietária, tendo como base em paletes de madeira e aparelhos modernos com acabamento em aço. Compartilhando o espaço, a sala de jantar, com mesa antiga laqueada de preto e cadeiras em ferro e couro vintage.

 

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Clima de tranquilidade – Como mesas de cabeceira foram colocadas peças diferentes: uma cômoda e um armário, juntamente com uma mesa de café pintada de branco. Este conjunto adiciona   frescor para a decoração.

 

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A proprietária misturou neste quarto móveis diversos e memórias de família, criando uma atmosfera com muito charme. Sobre o branco reinante, o toque amadeirado torrado e vermelho da colcha aquecem o ambiente.

 

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Um olhar feminino – O banheiro tem a mesma mistura  vintage como em toda a casa . Neste caso, é reforçada pela escolha dos azulejos  brancos e pia livre. O espelho,  e gravuras antigas ajudam a criar uma atmosfera romântica.

 

 

Fast Post – Cozinhas Pretas


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Li em algum lugar que projetar a cozinha é como preparar um bolo, também tem segredos, é no planejamento que decidimos como iremos conviver com ela no futuro. E cada um tem suas preferências. A cor, o estilo, revestimentos, fluxo…
Hoje, vamos ver cozinhas para os apaixonados por preto, e desejo a todos uma quinta feira iluminada.

 

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Um Loft Muito Chique


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Joan vive neste loft industrial bem chique há nove anos. Ela cresceu em Nova Jersey e veio de uma família Checa, aprendeu a cozinhar com sua mãe, e aos oito anos sabia preparar uma refeição completa. Começou sua carreira em NY combinando suas duas maiores paixões, o design e a culinária. Foi gerente de uma empresa de móveis contemporâneos e trabalhou também com um renomado chef inglês, segundo ele, Joan foi a primeira mulher a se pós graduar a partir do Cordon Bleu. A sua casa-loft é decorada com muitos achados antigos e vintage, ela adora lojas de antiguidades e mercados de pulgas.

Para acompanhar esta visita, fiquem com Elton John – Your Song

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Acima: A ilha da cozinha com tampo de mármore. Joan prefere uma paleta neutra de paredes brancas, piso de concreto cinza e tons quentes de madeira escura. Cores vêm de “fotos de família, de filhos e netos, flores frescas, os meus livros de culinária e alimentos na cozinha.”

 

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Joan tem uma pia de fazenda, branca como um de seus utensílios preferidos. Outros elementos cruciais são colheres herdadas de sua mãe, de madeira que ela usa como relíquias.

 

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Uma fileira de panelas de cobre alinhados em um fogão GE Monogram que veio com o loft . “Cozinhar em casa é algo que eu amo fazer sempre que eu não estou no trabalho”.

 

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Acima: A mesa de jantar é de Bourgeois Boheme em LA e Joan acredita que foi originalmente mesa de um fabricante de vinho. É extremamente estreito-29 ½ polegadas de largura, como Joan diz, é ideal para conversar. As cadeiras Cherner são uma mistura de  originais (da cozinha da mãe da Joana, projetada por Paul McCobb) e algumas réplicas contemporâneas.

 

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O lustre acima da mesa de jantar veio de uma viagem ao Reino Unido, “eu comprei três lá pelo  preço de um aqui”, ela diz. Ela muitas vezes compra tanto para sua loja como para o  seu loft; “Os dois espaços andam de mãos dadas.”

 

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Joan coleciona vacas e ovelhas, um amor nascido na fazenda. . Eles podem ser vistas em todo o apartamento. Esta foi um presente de natal dado por suas filhas.

 

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Um velho carro de padeiro é usado para armazenar parte da vasta coleção livro de Joan.

 

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A porta da garagem se abre para uma varanda e enche o sótão com luz. Uma tela de madeira antiga divide o quarto da sala de estar.

 

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Ao lado da mesa de jantar,  um aparador antigo que ela cobriu com um balcão de mármore.Na foto ao lado um aparador italiano  fica na entrada.  ” Parecia  parte de um armário de cozinha.” Está cheio de peças de prata que Joan tem recolhido ao longo dos anos e herdou de sua mãe.

 

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Uma mesa de fazer doces com tampo de mármore fica em frente ao aparador no hall de entrada.

 

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O quarto todo branco.

 

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Uma poltrona Eames e lâmpada Noguchi em um canto do quarto.

 

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A varanda tem uma mesa de bistrô francês e cadeiras dobráveis. O dia começa com a porta da garagem se abrindo e deixando o ar fresco entrar e novamente à noite dando aos convidados uma sensação de interior / exterior.

NY……. A Cidade Que Nunca Dorme


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Na entrada do hotel, as cores envolventes de Shadow III, trabalho do artista Anish Kapoor

Dream Downtown – Agito 24 horas
O frisson e o entra e sai são ininterruptos. Como fundo, a batida da house music é ouvida sem parar. Se você quer silêncio completo ou pretende se esconder em Nova York, o DreamDowntown – no limiar entre o artsy Chelsea e o fervilhante Meat Packing District – não é o seu lugar. Membro do Vikram Chatwal Hotels, o Dream está estabelecido em um edifício de Albert C. Ledner, de 1966, reformado por Frank Fusaro, do Handel Architects. Ao espírito modernista do prédio, Fusaro somou ares marítimos com as fachadas refletoras de aço inox e janelas tipo escotilhas, em uma alusão à instalação Sky Mirror, de Anish Kapoor. Os interiores se valem do estilo industrial-retrô-chic, em que superfícies metálicas ou vítreas harmonizam-se com tons de cinza e roxo e um toque de couro. Uma instituição local em nightlife, o hotel abriga hotspots: o lounge PH-D, na cobertura, com vista espetacular do skyline; o novo restaurante Bodega Negra, cuja cozinha mexicana está a cargo do chef Michael Armstrong; e o subterrâneo e rock’n’roll Electric Room, onde Mick Jagger já fez sua festinha de aniversário. Raras em NY, as piscinas são objeto de desejo – a do endereço fica sobre o teto do lobby e tem área de descanso com areia de praia. Faça frio ou calor, sair do Dream para quê?
Dream Downtown – 355W16th Street;

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A piscina fica junto à efusiva fachada de aço com janelas marítimas e ainda sobre o lobby – as aberturas circulares no fundo deixam vazar a luz natural para esse espaço

 

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Interior do bar Electric Room, com décor de espírito British

 

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Um dos quartos, cuja ambientação tem pegada retrô e industrial – acima da cama Spectrum, obra de Richard Phillips

 

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O prédio que abriga o The Standard East Village – destaque entre as construções baixas do bairro – ao lado da townhouse renovada e transformada na entrada do hotel (à dir.)

The Standard East Village – Grife Cool
A fachada de vidro e aço não passa despercebida na região histórica da Cooper Square, onde predominam construções baixas de pedra e tijolos. Quinto hotel de André Balazs, o Standard East Village acaba de concluir dois anos de reformulação de seus interiores. Com look assinado pela designer de Hollywood, Shawn Hausman, responsável pelas outras propriedades The Standard, o über cool hotel tem entrada por uma townhouse renovada que leva ao pequeno lobby moderno. Nele, tapete do designer holandês Richard Hutten e balcão com painéis de madeira, couro e espelho. Já na área do elevador, destaque para as esferas brancas e cinzas da instalação Pixel Cloud, do americano Daniel Arsham. Neste verão, o jardim ganhará mobiliario vintage de ferro e uma fonte-instalação de cerâmica de Chris Johanson e Johanna Jackson. O restaurante Narcissa possui cozinha aberta comandada por John Fraser, chef Michelin que pratica a rôtisserie (comida assada diretamente na brasa) com ingredientes tirados da horta na fazenda de Balazs. Nos quartos, com paleta de cinzas e azuis, elementos pop e móveis da B&B Italia.
The Standard East Village – 25 Cooper Square;

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O restaurante Narcissa, com decoração que remete à pureza e simplicidade do traço escandinavo.

 

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O décor neutro dos quartos do hotel leva em conta móveis de design italiano

 

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O lobby do Viceroy, que exibe mural de Stephen Alesch com inspiração na obra do pintor americano Thomas Hart Benton e uso do mármore paonazzo

Viceroy New York – Do luxo ao luxo
É em um novo arranha-céu erguido na movimentada 57th Street, com fachada de estrutura metálica ge0metrica, que o Viceroy está acolhido. Tanto a arquitetura quanto o design de interiores foram criados pelo duo Stephen Alesh e Robin Standefer, do escritório Roman and Williams – famoso pelo décor que não poupa luxos. “Nos inspiramos no cinema noir e na colisão do velho e do novo mundo”, afirma Robin. No lobby, o centro das atenções é um mural assinado pelo estúdio Art Space NYC, remetendo à obra do pintor americano Thomas Hart Benton, que retratava cenas da vida rural e social da América pré-Grande Depressão. Pelas áreas comuns, mobília feita sob medida, peças vintage e o revival do uso do mármore paonazzo, frequente nos prédios da NY do início do século 20. Já os quartos, com vista para o Central Park, fazem referência a antigas cabines de navio e revelam madeiras exóticas, couro e um mix de metais.
Viceroy NewYork – 120W57th Street;

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Quarto do hotel, com ares de antigas cabines de navio, composto por peças de madeira, couro e metal

 

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Banheiro decorado com elementos vintage, como o espelho e o gabinete para a pia

Na Austrália


Esta incrível casa em Prahran(Austrália) pertence a estilista Fiona Richardson e sua família. Fiona vive aqui com o marido e três filhos com idade entre 8, 7 e 3. A família vive aqui há aproximadamente 12 anos, mas esta casa sofreu muitas alterações. Durante os anos 50, a casa ,em estilo Eduardiano, tinha sido dividida ao meio, com dois quartos anexos a parte de trás, criando quatro endereços diferentes. “Era uma toca de coelhos, com banheiros divididos em pequenos cubículos com divisórias. Lembro-me de sentir levemente horrorizada quando meu amigo comentou que lembrava sua escola!” No entanto, Fiona foi atraída por suas proporções generosas  e viu o grande potencial desta propriedade.

Inicialmente, Fiona e seu marido trabalharam com o designer Stephen Akehurst para elaborar um plano de  renovação das casas, com vista a restaurar a casa para uma única residência ,isso ao longo de vários anos. Uma vez que os planos foram feitos, a família mudou-se para os fundos e fez-se a parte da frente da casa – “principalmente a parte estética e uma grande reformulação dos banheiros que eram assustadores”, diz Fiona. Quando esta etapa foi concluída, a família mudou-se de volta para a parte da frente da casa, e alugou os apartamentos de trás.  Então, finalmente, há três anos, quando os  inquilinos se  foram ,  a fase final do plano mestre de Stephen foi concluída. “Derrubaram a parte de trás da casa e reconstruíram uma área,  para criar os quartos das  crianças”, diz Fiona. Fiona trabalhou com sua irmã Sally Richardson nos interiores destes quartos.

O resultado é uma residência que é grande em escala, mas discreta e íntima .  A paleta de cores escolhida por Fiona é de  cinzas profundos e azuis, com madeiras claras e acentos de mostarda . Com três filhos, Fiona pensou que  paredes cinzentas escuras são resistentes a seis mãos eternamente sujas. Quase tudo aqui conta uma história, ou remete a algum conto nostálgico. “Se tivéssemos que escolher uma peça favorita seriam os retratos do avô do meu marido, que morreu de repente, uma questão de semanas antes dele nascer”, diz Fiona ” Ele era  órfão e havia um mistério sobre seu passado. “

Outro ponto chave desta casa é o impressionante fogão Aga na cozinha  .“Sou fascinada pelo poder de memórias de infância e como elas influenciam o design”, diz Fiona.“Eu cresci em uma fazenda e os meus avós tinham um Aga,  eu tenho memórias muito felizes  em torno dele . Agora, meu novo Aga (mesma cor!) Me leva de volta a um lugar de grande conforto na minha vida, e eu adoro ver meus filhos brincando ao seu redor”

Neste vídeo idealizado por Fiona, temos uma ideia desta casa maravilhosa.

 

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A verdadeiramente incrível casa de Melbourne de Fiona Richardson e família. A pintura é um retrato do avô do marido de Fiona, e o busto em cima da mesa pertencia a sua avó, que tinha alguns amigos artistas.

 

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Um outro angulo desta grande sala de estar

 

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Ainda na sala de estar, com a cozinha logo atrás, papel de parede em preto e branco (italiano), sobre o aparador um retrato da mãe de Fiona pintado a óleo.

 

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Cozinha integrada á sala, ao fundo o famoso fogão já mencionado. Só para me atiçar, paredes cinza isso não é o máximo?

 

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Para as noites frias,e um longo bate papo………

 

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A enorme luminária e o fogão AGA .  A lâmpada do teto foi comprado na França. “A parede do fundo é pintada de cinza escuro e sim, eu tive que pressionar o meu marido todas as noites por quatro meses para que me deixasse pintar toda a nossa sala nesta cor escura! diz Fiona. Essa é das minhas!!!!!

 

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Em cima da pia, outra vez papel de parede com desenhos de pratos ( presente de casamento )

 

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Quarto principal . Pingente luz por Russell Pinch ‘este foi um presente de aniversário – “Eu absolutamente amo suas peças, mas infelizmente eles só estão disponíveis no Reino Unido “, diz Fiona. A cabeceira foi encomendada   depois de ver algo semelhante em uma revista velha por um designer Sydney Darryl Gordon.

 

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Detalhes do quarto principal.Escultura de arame feita por um amigo querido da proprietária.

 

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Não pude resistir outro ângulo no quarto principal! Espelho acima da lareira Geoffrey Hatty – uma das peças favoritas absolutas de Fiona. “É acually, me levaram 10 anos para encontrar um espelho para cima da lareira, e valeu a pena a espera”, diz ela.

 

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Vista do jardim através do quarto principal.

 

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Escritório

 

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Sala de estar. Piano da avó de Fiona, com seus livros de música antiga , no topo, abacaxi base da lâmpada de Leonard Joel Leilões.

 

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Banheiro das crianças.

 

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Um mapa gigante faz as vezes de papel de parede no quarto dos meninos.

 

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Porta da frente. Lâmpada do pendente um presente de aniversário comprado on-line dos EUA, tapete  de família.

 

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Jardim

 

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Frente da casa. Maravilhoso não?